Subiu para sete número de detidos na operação da PSP na Quinta do Mocho, em Sacavém

Subiu para sete número de detidos na operação da PSP na Quinta do Mocho, em Sacavém
O número de detidos na grande operação para detetar armas ilegais no bairro da Quinta do Mocho, em Sacavém, Loures, subiu para sete, disse à Lusa fonte policial.
 
“Temos até ao momento [09:45] sete pessoas detidas por suspeita de vários crimes, nomeadamente posse de arma ilegal e de estupefacientes”, disse à Lusa o porta-voz da PSP, comissário Rui Costa, adiantando que as buscas já estão praticamente terminadas, mas ainda faltam diligências como a pesagem e a análise da droga apreendida.
 
Cerca de 200 agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) estão desde as 07:10 a realizar uma grande operação para detetar armas ilegais no bairro da Quinta do Mocho, em Sacavém.
 
Num primeiro balanço preliminar da operação, o porta-voz da PSP adiantou que foram apreendidas “oito armas de fogo, entre caçadeiras e pistolas de calibre 635 e calibre 22, seis armas brancas, além de várias munições”.
 
Segundo Rui Costa, foi ainda apreendida droga, que se presume ser heroína e haxixe, mas não se pode ainda precisar a quantidade.
 
Questionado sobre um balanço geral sobre este tipo de operações Rui Costa disse ser “positivo”, lembrando que se trata de ações que fazem parte do plano anual operacional do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP.
 
“São operações que se vão realizando semanalmente em vários locais de áreas de intervenção e que visam o reforço da segurança pública, o reforço das ações de controlo e vigilância e cumprimento de inquéritos e operações que estão em curso, que acabam por ser a nossa rotina operacional”, explicou Rui Costa.
 
O comissário desvalorizou o facto de em algumas destas operações não serem apreendidas armas ou droga, ou quaisquer pessoas detidas, sublinhando que tal não significa que “não haja sucesso operacional”.
 
Rui Costa disse que a operação, que incluiu 30 buscas domiciliárias, teve como objetivo encontrar armas de fogo e brancas e insere-se numa ação especial de prevenção criminal ao abrigo da lei das armas.
 
Segundo o porta-voz, na operação estão envolvidos agentes do Comando Metropolitano de Lisboa e da Unidade Especial de Polícia.