Sintra “é um bom exemplo” de aumento de recursos no SNS

Sintra “é um bom exemplo” de aumento de recursos no SNS
O Serviço Nacional de Saúde (SNS) nunca teve tantos médicos especialistas colocados em todo o país, salientou o ministro da Saúde, concretizando que, desde 2014, foram contratados cerca de 7.500 médicos de família. 
O governante considerou Sintra “um bom exemplo” ilustrativo desta nova realidade. “Hoje temos em Sintra a maior cobertura de cidadãos com médico de família, o maior número de médicos de família, mas faltam-nos ainda 16 ou 17. Cá estamos até 2019 para continuar a absorver no sistema todos os profissionais qualificados que estejam disponíveis”, assegurou Adalberto Campos Fernandes, frisando que o aumento do número de médicos colocados se manifesta, também, “no interior do país, por todo o território continental”. 
Realçou, por outro lado, que o número de profissionais de saúde a emigrar “tem vindo a cair”.
Uma melhoria que, no entanto, ainda “não é suficiente” para as metas pretendidas. Por essa razão, o ministro garantiu que o trabalho vai continuar, mas “num quadro de respeito pelo exercício global do país, que faz com que hoje o país pague menos juros, seja mais respeitado em termos internacionais”. Porque, concluiu, “sem contas públicas equilibradas, não há serviços públicos de qualidade e não há funções sociais que sejam garantidas”.O Serviço Nacional de Saúde (SNS) nunca teve tantos médicos especialistas colocados em todo o país, salientou o ministro da Saúde, concretizando que, desde 2014, foram contratados cerca de 7.500 médicos de família. 
O governante considerou Sintra “um bom exemplo” ilustrativo desta nova realidade. “Hoje temos em Sintra a maior cobertura de cidadãos com médico de família, o maior número de médicos de família, mas faltam-nos ainda 16 ou 17. Cá estamos até 2019 para continuar a absorver no sistema todos os profissionais qualificados que estejam disponíveis”, assegurou Adalberto Campos Fernandes, frisando que o aumento do número de médicos colocados se manifesta, também, “no interior do país, por todo o território continental”. 
Realçou, por outro lado, que o número de profissionais de saúde a emigrar “tem vindo a cair”.
Uma melhoria que, no entanto, ainda “não é suficiente” para as metas pretendidas. Por essa razão, o ministro garantiu que o trabalho vai continuar, mas “num quadro de respeito pelo exercício global do país, que faz com que hoje o país pague menos juros, seja mais respeitado em termos internacionais”. Porque, concluiu, “sem contas públicas equilibradas, não há serviços públicos de qualidade e não há funções sociais que sejam garantidas”.