Sintra cria Conselho de Cultura

Sintra cria Conselho de Cultura
“Considerando que o património e a cultura constituem uma importante parcela das atribuições municipais”, o executivo aprovou a constituição do Conselho de Cultura de Sintra (CCS), dotado de competência de “natureza exclusivamente consultiva” em relação às matérias culturais.  Sendo presidido por Basílio Horta (PS), o CCS integra, entre outros, os presidentes da Assembleia Municipal, Sérgio Sousa Pinto, e da Parques de Sintra-Monte da Lua, Manuel Baptista, para além dos vereadores Rui Pereira (PS), Paula Simões (‘Juntos pelos Sintrenses) e Pedro Ventura (CDU).  O conselho integra, ainda, os nomes de António Reis, em representação da Fundação CulturSintra; João Lacerda Tavares, coordenador do Gabinete do Património Mundial; e Maria João Raposo, directora do Departamento de Turismo e Cultura. “É um conselho que nos deve encher de esperança em relação ao seu funcionamento”, frisou Basílio Horta, durante a reunião da autarquia, em que enunciou os elementos do conselho, que integra “o munícipe sintrense” Diogo Freitas do Amaral, os escritores Miguel Real e Isabel Alçada, o maestro Renato Azenha, Marco Martin (teatro), José Miguel Oliveira (folclore), Maria do Rosário Henriques (grupos corais) e Victor Reis (presidente da Faculdade de Belas-Artes).
“Este conselho visa, em primeiro lugar, dar sugestões para a vida cultural de Sintra; em segundo lugar, pretende-se que faça críticas à nossa programação e, em terceiro, que se inteire da programação e dê novas ideias”, acentuou o autarca, para quem esta estrutura vai “chamar à vida cultural um conjunto de pessoas que podem enriquecer” a actividade cultural municipal, nas diferentes áreas. 
Em nome dos eleitos da coligação ‘Juntos pelos Sintrenses’ (PSD/CDS-PP, MPT e PPM), a vereadora Paula Simões congratulou-se com a criação do Conselho de Cultura. “Já em 2015,  tínhamos apresentado uma proposta nesse sentido. Estamos certos  de que será um fórum onde será debatida uma área estratégica para o município: a cultura, nas suas diversas áreas”, frisou a autarca, para quem a meta comum “é defender o património a todos os níveis e patamares do concelho de Sintra”.
Segundo Pedro Ventura,  esta estrutura pode “ser muito interessante naquilo que se pretende de um concelho revitalizado” e, por integrar individualidades de diferentes quadrantes, “é uma grande oportunidade para se fazer algum pensamento sobre as questões da cultura no nosso município”.
 
João Carlos Sebastião