Portugal Open: Ferrer promete o seu 'melhor ténis' para ganhar a Wawrinka

Portugal Open: Ferrer promete o seu 'melhor ténis' para ganhar a Wawrinka

David Ferrer, primeiro cabeça de série e finalista do 24.º Portugal Open, disse hoje que terá de jogar o seu melhor ténis para ganhar na final do torneio frente ao suíço Stanislas Wawrinka. "Amanhã [domingo] vai ser um jogo difícil. Com ele [Wawrinka] é sempre difícil. Tenho de jogar o meu melhor ténis para lhe poder ganhar", afirmou o espanhol em conferência de imprensa.
Ferrer, número quatro do mundo, venceu o italiano Andreas Seppi, o terceiro mais cotado do quadro e 18.º da hierarquia, por 6-1 e 6-4, em 1:10 horas.
Sobre o encontro, o espanhol considera ter sido "o melhor da semana".
Na final de domingo, Ferrer defrontará Wawrinka, outro dos cabeças de cartaz da edição de 2013 e que antes tinha batido o espanhol Pablo Carreno-Busta, a grande sensação deste ano.
Se ganhar a final, o espanhol, com 31 anos, tornar-se-á o mais velho tenista da história do Portugal Open a conquistar um título.
"Não sabia disso. Parece uma anedota, mas oxalá possa bater esse recorde", brincou.
Para o derradeiro jogo de domingo, Ferrer recolhe favoritismo, até porque já defrontou este ano o suíço numa final de outro torneio em terra batida, em Buenos Aires.
No histórico dos confrontos diretos, o espanhol já venceu sete dos dez embates, com uma vantagem de 5-1 nos frente a frente em terra batida.
Para Ferrer, será a 28.ª final que disputa na carreira, procurando o 21.º título para o palmarés, o 11.º em pó de tijolo, enquanto Wawrinka disputará o 11.º confronto para um título.
Nos registos do suíço figuram apenas três troféus, só um na mesma superfície do Portugal Open, na edição de 2010 do torneio marroquino de Casablanca.

A final mais esperada
 

O diretor do Portugal Open, João Lagos, foi hoje “brindado” com a final masculina mais esperada da 24.ª edição, juntando domingo o espanhol David Ferrer e o suíço Stanislas Wawrinka, os dois primeiros cabeças de série. Depois da desistência de última hora do argentino Juan Martin Del Potro, que viria ao Jamor tentar um inédito “tri”, e de forma consecutiva, João Lagos conseguiu “resgatar” Ferrer, que retribuiu o convite com o apuramento de hoje para a final.

Menos feliz este outra figura espanhola do Portugal Open, Carla Suarez Navarro, que não conseguiu livrar-se da malapata e voltou a perder mais uma final do circuito, a quinta da carreira e a segunda consecutiva em Portugal.
Depois de desforrar-se na véspera da estoniana Kaia Kanepi, a campeã de 2012, Navarro parecia bem lançada para acabar com a “maldição”, mas esbarrou numa adversária que mantece o pleno de vitórias nos cinco confrontos diretos: a russa Anastasia Pavlyuchenka (na foto), a terceira mais cotada.
A “pupila” de Martina Hingis, antiga rainha do circuito profissional, conquistou o quinto título da carreira, o segundo este ano.
Com apenas 21 anos, a tenista, cuja preferência recai na terra batida e tem como melhores memórias a conquista do Open da Austrália em juniores em 2006 e o primeiro título em Monterrey, mostrou que tem um futuro sólido pela frente, o que deverá ser confirmado já esta segunda-feira com uma subida nos rankings (figura atualmente no 19.º lugar).
Depois da coroação da nova campeã do quadro feminino, seguiram-se as meias-finais masculinas. Primeiro, Wawrinka tinha batido o espanhol Pablo Carreno-Busta, a grande sensação deste ano, depois de passar pelo “qualifying”, em três “sets”, pelos parciais de 6-3, 3-6 e 6.1, em 1:35 horas.
Em 24 edições, só por uma vez um jogador proveniente do torneio de qualificação chegou à final da prova portuguesa. Na prova de 2001, o espanhol Felix Mantilla foi um dos finalistas, depois de superar o “qualifying, mas acabou derrotado pelo compatriota Juan Carlos Ferrero. Na segunda meia-final do dia, David Ferrer, o número quatro do Mundo, respeitou a “tradição” e voltou a vencer o italiano Andreas Seppi, o terceiro mais cotado do quadro e 18.º da hierarquia, por 6-1 e 6-4, em 1:10 horas, dilatando para 5-0 os números nos frente a frente. Para o grande jogo de domingo, Ferrer parte como favorito, até porque já defrontou este ano o suíço numa final de outro torneio em terra batida, em Buenos Aires.
No histórico dos confrontos diretos, o espanhol já venceu sete dos dez embates, com uma vantagem de 5-1 nos frente a frente em terra batida.
Para Ferrer, será a 28.ª final que disputa na carreira, procurando o 21.º título para o palmarés, o 11.º em pó de tijolo, enquanto Wawrinka disputará o 11.º confronto para um título.
Nos registos do suíço figuram apenas três troféus, só um na mesma superfície do Portugal Open, na edição de 2010 do torneio marroquino de Casablanca.