Parques Tejo prevê concluir estacionamento junto ao Edifício Pirâmide até final de novembro

Parques Tejo prevê concluir estacionamento junto ao Edifício Pirâmide até final de novembro
A Parques Tejo, empresa municipal de Oeiras que visa satisfazer as necessidades de todos os utentes em termos de estacionamento, prevê concluir as obras da nova Zona de Estacionamento de Duração Limitada (ZEDL) no terreno junto ao Edifício Pirâmide, em Linda-a-Velha, até ao final de novembro. 
 
A obra contempla a criação de 50 lugares de estacionamento, dois dos quais destinados a pessoas com mobilidade reduzida e a beneficiação da área envolvente com espaços verdes. Apesar de a obra ainda não ter terminado por completo, já existem lugares de estacionamento a serem usados pelos utentes.
 
Para esta ZEDL está prevista a taxa verde, estando disponível para os residentes a obtenção de dístico para estacionamento. Para as empresas é, também, possível obter o dístico empresa, que permite o estacionamento na ZEDL de Linda-a Velha.
 
“Esta era uma zona degrada e de escassa oferta face à procura, no que toca a estacionamento. Foi neste sentido que a Parques Tejo procurou requalificar e reordenar a área, através da criação de uma zona de vivência mista, circulação viária, pedonal e de estacionamento junto ao Edifício da Pirâmide. Acreditamos que esta nova ZEDL será uma mais-valia para os residentes e para a população local ”, diz Armindo Azevedo, Presidente da Parques Tejo.
 
No total, contemplando não só a nova ZEDL no lado sul do Edifício Pirâmide, mas também os arruamentos circundantes que foram igualmente requalificados, foram criados 250 lugares de estacionamento, sendo que 14 destinam-se a pessoas com mobilidade reduzida.
 
Além da criação das zonas de parqueamento, a Parques Tejo tinha como missão requalificar e beneficiar a zona de espaços verdes, os quais não sejam ocupados pelo referido parqueamento, contribuindo para uma arquitetura paisagística mais equilibrada e para um meio ambiente mais ecológico.
 
A obra será concluída dentro da previsão inicial, tendo sido executada em diversas fases individuais, “com o objectivo de causar o menor transtorno possível aos moradores e restantes utilizadores da zona, sendo evidente que neste tipo de obra será impossível garantir que não ocorram constrangimentos”, reforça o Presidente da Parques Tejo.