Mercedes-Benz SLC 250d: Nova sigla para o mesmo charme

Mercedes-Benz SLC 250d: Nova sigla para o mesmo charme
Mudou o nome e alguns pormenores estéticos, actualizou a componente técnica, mas mantém o ADN que há 20 anos o torna num dos mais desejados modelos da marca de Estugarda. 
 
“SLC? Então mas não é um SLK?” A questão repetiu-se em cada lugar onde exibimos o renovado roadster da Mercedes-Benz. De facto, este modelo ganhou fama como SLK e os mais puristas mostram-se reticentes à nova denominação, que pretende reforçar a ligação entre o conceito SL e a gama Classe C.
 
Face ao SLK 250 CDI que também tivemos ocasião de testar, por ocasião do lançamento da sua terceira geração, há quatro anos, não se notam grandes diferenças. 
 
Na estética sobressai, contudo, a nova frente inspirada no AMG GT, muito por acção da grelha salpicada de pequenos diamantes com o símbolo da marca no centro, o que reforça a imponência do modelo. 
 
O interior também recebeu retoques preciosos e a versão com linha AMG, testada pelo JR, reflete toda a sofisticação e requinte característicos da marca. 
 
O tablier forrado a pele e debroado a vermelho, tal como os bancos desportivos (muito confortáveis, aquecidos e com coluna de ar quente para o pescoço), as aplicações em alumínio na consola central e no volante fazem a diferença.
 
Quanto ao motor 2.2 turbodiesel de 204 cv, com impressionantes 500 Nm de binário disponíveis logo às 1800 rpm, sem ser novo, beneficia bastante da caixa automática 9G-Tronic, com patilhas no volante. 
 
Através do Agility Select, de série, podemos escolher o modo de condução que mais nos convém – Eco, Confort, Sport, Sport+ e personalizável – e tirar partido de todas as potencialidades da motorização.  
 
A surpresa fica reservada para os consumos, por vezes na casa dos 5,6 l/100 km, com uma média final de 6,1 l/100 km.
 
A capota metálica abre e fecha num ápice e arruma-se automaticamente numa bagageira, apesar de tudo, com alguma capacidade. Refira-se que o espaço a bordo é igualmente generoso.
 
Para além desta, que é a única versão diesel, o SLC apresenta-se também com os tradicionais motores a gasolina, 180, 200 e 300, com o preço para a versão de entrada a rondar os 42.800€. 
 
 
Paulo Parracho
 
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