Escolas da Grande Lisboa ainda com muitos professores em falta

Escolas da Grande Lisboa ainda com muitos professores em falta
A região de Lisboa tem ainda um número elevado de professores por colocar, destacando-se o Agrupamento de Escolas de Benfica, com 32 docentes em falta, e a Secundária Artística António Arroio, onde estão por colocar 20 profissionais.
 
O levantamento, hoje divulgado, foi feito pelo Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, segundo o qual na Amadora faltam ainda 19 professores no Agrupamento Pedro D´Orey Cunha, 11 no D. João V e 10 no Almeida Garrett.
 
“Também no concelho de Sintra a situação é caótica, faltando no final da semana passada 160 docentes”, afirma o SPGL, em comunicado, referindo que continuam a faltar nove docentes no Agrupamento Ruy Belo, sete no Visconde Juromenha, e cinco na Secundária Queluz-Belas.
 
Em Lisboa, faltam ainda sete professores no Agrupamento Francisco Arruda, seis no Padre Cruz e 12 no Filipa de Lencastre.
 
No Agrupamento de Escolas Miradouro de Alfazina, no Monte de Caparica, faltam sete professores.
 
O sindicato, afeto à Federação Nacional dos Professores (FENPROF), diz igualmente que nas Caldas da Rainha faltam sete professores no Agrupamento Raul Proença e cinco no Agrupamento Cónego Manuel Lopes Perdigão (Caxarias, Torres Vedras).
 
“Contrariamente ao que se quer fazer crer, a situação do início deste ano letivo é muito mais grave do que as situações vividas nos anos anteriores mais próximos e mesmo pior do que a vivida no tempo do ministro David Justino, aliás então substituído pela ministra Carmo Seabra”, denuncia a estrutura sindical.