Escola de Hotelaria de Colares abriu residência para estudantes

Escola de Hotelaria de Colares abriu residência para estudantes
A Escola de Hotelaria de Colares abriu uma residência para estudantes, para permitir que potenciais alunos de fora da zona da Grande Lisboa possam frequentar os cursos profissionais lecionados neste estabelecimento de ensino profissional do concelho de Sintra.
 
A instituição anunciou hoje que a nova residência será utilizada no período de férias como complemento ao hotel e tem uma capacidade para 18 alunos, em instalações equipadas com cozinha e sala de estar.
 
A Escola Profissional Alda Brandão de Vasconcelos (EPAV) abriu em julho de 2014 uma unidade de alojamento local, a Sarrazola House, com 22 quartos e restaurante-bar, num “investimento global de 1,5 milhões de euros” ao longo de sete anos.
A escola de hotelaria funciona desde 2007 na Quinta da Sarrazola, entre Colares e Almoçageme, na sequência de um contrato de comodato da antiga propriedade agrícola celebrado entre uma empresa de formação profissional e o Ministério da Agricultura.
 
A abertura da residência para estudantes coincide com o início das inscrições para o ano letivo 2015/2016, para os cursos profissionais de cozinha e pastelaria, restaurante-bar, turismo e ambiente rural, higiene e segurança no trabalho e de apoio à infância, acrescentou a EPAV.
 
Nos cursos vocacionais do secundário está contemplada a formação em rececionista de hotel e técnico de informação e animação turística.
 
Na área do básico estão disponíveis os cursos de cozinha-restaurante-andares, jardinagem e tratador de cavalos, comércio-vitrinismo-repositor de loja, sapador florestal-proteção civil-bombeiro e acompanhante de crianças-segurança e salvamento em meio aquático-primeiros socorros.
 
A EPAV apresenta uma oferta formativa equivalente ao 12.º ano e possui um quadro de 50 professores/formadores, para cerca de 500 formandos, incluindo os que frequentam o polo do Instituto de Emprego e Formação Profissional, recentemente inaugurado.
 
A escola não cobra propinas aos alunos, mediante um protocolo com o Ministério da Educação e Ciência, e “tem uma empregabilidade superior a 90%”, segundo a instituição.