Central Tejo e o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia receberam 364.000 visitantes

Central Tejo e o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia receberam 364.000 visitantes
Os dois espaços expositivos da Fundação EDP, em Lisboa, a Central Tejo e o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), registaram 364.000 entradas no ano passado, foi hoje divulgado.
 
Em comunicado, a fundação EDP qualifica estes números como um "recorde de visitantes".
 
A Central Tejo, antiga central termoelétrica, que foi propriedade das Companhias Reunidas de Gás e Eletricidade e que funcionou de 1909 a 1972, entretanto musealizada, recebeu, em 2015, 241.000 visitantes.
 
De janeiro a outubro de 2016, a Central Tejo foi visitada por 215.000 pessoas.
 
Após a inauguração do MAAT, a 05 de outubro de 2016, e até ao final do ano, foram contabilizadas 150 mil entradas, no novo edifício e na Central Tejo.
 
O Museu da Eletricidade, em Lisboa, encerrou para obras de requalificação a 23 de maio do ano passado, pelo período de um mês, numa primeira fase de transição para o MAAT.
 
Reabriu a 29 de junho, com quatro novas exposições - "Lightopia", "Edgar Martins - Silóquios e Solilóquios sobre a Morte, a Vida e Outros Interlúdios", "Segunda Natureza - Coleção de Arte Fundação EDP" e "Artists Film International", que se mantiveram durante os meses de verão.
 
A 05 de outubro verificou-se a abertura do átrio do novo edifício do MAAT, projetado pelo ateliê AL_A, liderado pela arquiteta Amanda Levete, com a primeira parte do projeto "Utopia/Distopia".
 
Na altura, a EDP, para assinalar a inauguração, anunciou a entrada gratuita no MAAT, até março deste ano, quando se verificar a abertura total do empreendimento.
 
Em novembro, o MAAT apresentou três novas exposições, na Central Tejo, com obras dos artistas Eduardo Batarda, Rui Calçada Bastos, e a instalação conjunta do realizador português Joaquim Sapinho com o tailandês Apichatpong Weerasethakul - "Liquid Skin" -, criada especialmente para ser exibida na zona das caldeiras da Central Tejo.