Autor do atropelamento do triatleta Rúben Perdigoto continua por identificar

Autor do atropelamento do triatleta Rúben Perdigoto continua por identificar

Continua por encontrar o autor do atropelamento com fuga de que foi vítima o triatleta cascalense Rúben Perdigoto, do “Teleperformance Os Belenenses”, fez esta sexta-feira uma semana, perto do centro comercial CascaisVilla, em pleno centro de Cascais.

Rúben Perdigoto, de 24 anos, fazia treino de estrada de ciclismo quando, intencionalmente, foi abalroado pelo condutor de um Nissan, cor bordô, que seguia acompanhado de uma mulher, e fugiu a alta velocidade pela Marginal, em direcção ao Monte Estoril, perante a incredualidade de várias testemunhas, que só conseguiram anotar parcialmente a matrícula, que começa por 53.

Momentos antes, junto a um semáforo, o triatleta tinha tido um problema de trânsito com o condutor, o qual terá tentado, também, abalroar uma outra viatura, depois de discutir com a respectiva condutora.

Rúben Perdigoto foi assistido no local pelo INEM e transportado pelos Bombeiros Voluntários de Cascais para a urgência de trauma do Hospital de S. Francisco Xavier, onde compareceram, além de familiares, Luís Costa responsável pelo triatlo de “Os Belenenses” e Luís Ramos, secretário do departamento de competições da Federação de Triatlo de Portugal. Também o presidente da Federação de Triatlo de Portugal, Fernando Feijão, e o vice-presidente de “Os Belenenses”, Luís Bettencourt, enviaram ao triatleta mensagens de apoio e rápida convalescença.

O triatleta, que sofreu vários ferimentos nos membros superiores e inferiores, encontra-se incapacitado, sendo previsível , segundo os médicos, que a recuperação dure, pelo menos, 4 a 5 semanas.

Rúben Perdigoto que, de dois em dois dias é assistido no Centro de Saúde, em S. João do Estoril, treinava para o Campeonato Ibérico de Triatlo na distância olímpica, a ter lugar em Agosto em Viana do Castelo, mas este acidente veio pôr em risco a sua participação pelo “Teleperformance “Os Belenenses”.

Entretanto, familiares e amigos do triatleta acham “estranham” que só uma semana depois do atropelamento com fuga a Secção de Acidentes da Divisão Policial de Cascais tenha elaborado o respectivo auto de ocorrência, o que, segundo fonte próxima do triatleta, “pressupõe que durante estes dias pouco ou nada foi feito para tentar identificar o condutor fugitivo”.

Rúben Perdigoto e a família não deixam, porém, de apelar a quem, eventualmente, possua informações que conduzam à identificação do condutor fugitivo, que entrem em contacto com as autoridades policiais.