ACP abre 30.ª delegação no Forum Sintra

ACP abre  30.ª delegação no Forum Sintra
A presença do Automóvel Clube de Portugal (ACP)em Sintra “era vital”, considerou o seu presidente da instituição, Carlos Barbosa, na inauguração da 30.ª delegação, localizada no  Forum Sintra, em Rio de Mouro.
 
Uma maior proximidade aos cerca de 15 mil sócios do ACP que residem em Sintra é a principal razão da abertura da nova delegação daquela instituição de utilidade pública. “Estar cada vez mais próximo dos sócios faz parte da política desta direcção e este ponto em Sintra, que tem um grande pendor residencial, era vital nesse aspecto”, salientou ao JR o presidente do ACP.
“Estamos muito contentes e as pessoas vêm-nos agradecer por abrirmos aqui esta delegação”, reforçou aquele responsável, regozijando-se pela localização do novo ponto de apoio aos sócios e que permitirá aos aderentes da rede evitar deslocações a Lisboa. 
No entanto, não foi fácil, nem rápido, atingir este desfecho. “O investimento imobiliário cresceu brutalmente, mesmo aqui estivemos muito tempo à espera, cerca de dois anos, porque há esse boom imobiliário”, explicou o nosso  interlocutor, adiantando que continuam à procura de espaço no Parque das Nações.
Depois de ter renovado 20 delegações e ter aberto cerca de uma dezena (nos últimos dez anos), o investimento nesta componente eleva-se a 23 milhões de euros. Mas justifica-se porque “queremos estar onde estão os sócios e, portanto, não faz sentido não espalhar as delegações pelo país todo”.
Com um crescente número de sócios – que já são cerca de 250 mil – a proximidade está cada vez mais garantida, pois “todos os serviços do ACP são prestados em qualquer sítio do país, seja numa terra pequenina, num centro urbano ou onde quer que seja”.
Além da proximidade, também as vantagens oferecidas pelo ACP aos seus sócios justificam o aumento da adesão verificado, mesmo em tempo de crise.  “Hoje em dia com as vantagens que tem, quer a nível de assistência em viagem, quer a nível de saúde, de seguros, de assistência domiciliária, enfim, a quota (de oito euros) acaba por ficar gratuita”, destaca Carlos Barbosa.
Quanto a projectos na forja, o presidente do ACP lembra a apresentação, recentemente, através do Observatório ACP, do estudo do condutor português, “que tem revelações extraordinárias”.
De momento “estamos a fazer o estudo, juntamente com os parceiros todos do Observatório, que vai durar cerca de seis meses, sobre a Mobilidade em Lisboa e a seguir a Mobilidade no Porto, e estamos, juntamente com o Ministério da Administração Interna, a fazer tudo o que tem a ver com esta nova regulamentação dos motociclos”, acrescentou aquele responsável.
Carlos Barbosa defende que “a legislação seja mais facilitadora e que não caia na impunidade porque hoje em dia a pessoa é apanhada e, na maior parte das vezes, acontece a prescrição e isso não pode ser, o prevaricador tem que ser efectivamente condenado”.
Fazendo uma leitura da sinistralidade, aquele responsável considera que “continua com números muito elevados, mas o que me preocupa mais, nem é só o facto de haver mais mortos, mas é o número de acidentes, que aumentou brutalmente, bem como o número de feridos graves e ligeiros”.
Para Carlos Barbosa, este saldo “tem a ver, sobretudo, com o ensino em Portugal que é muito mau, os exames são muito permissivos e, portanto, as pessoas vão para as escolas de condução não é para aprender a guiar, mas sim para tirar a carta e isso é mau”.
“Nós temos um programa de Educação no ACP, já atingimos cerca de 100 mil alunos e cerca de oito mil professores”, contrapôs, ainda, a propósito de um programa que “tem tido um grande sucesso –fomos premiados pela Comissão Europeia com o Prémio Excelência de Segurança Rodoviária no ano passado”.
 
JAF/JCSA presença do Automóvel Clube de Portugal (ACP)em Sintra “era vital”, considerou o seu presidente da instituição, Carlos Barbosa, na inauguração da 30.ª delegação, localizada no  Forum Sintra, em Rio de Mouro.
 
Uma maior proximidade aos cerca de 15 mil sócios do ACP que residem em Sintra é a principal razão da abertura da nova delegação daquela instituição de utilidade pública. “Estar cada vez mais próximo dos sócios faz parte da política desta direcção e este ponto em Sintra, que tem um grande pendor residencial, era vital nesse aspecto”, salientou ao JR o presidente do ACP.
“Estamos muito contentes e as pessoas vêm-nos agradecer por abrirmos aqui esta delegação”, reforçou aquele responsável, regozijando-se pela localização do novo ponto de apoio aos sócios e que permitirá aos aderentes da rede evitar deslocações a Lisboa. 
No entanto, não foi fácil, nem rápido, atingir este desfecho. “O investimento imobiliário cresceu brutalmente, mesmo aqui estivemos muito tempo à espera, cerca de dois anos, porque há esse boom imobiliário”, explicou o nosso  interlocutor, adiantando que continuam à procura de espaço no Parque das Nações.
Depois de ter renovado 20 delegações e ter aberto cerca de uma dezena (nos últimos dez anos), o investimento nesta componente eleva-se a 23 milhões de euros. Mas justifica-se porque “queremos estar onde estão os sócios e, portanto, não faz sentido não espalhar as delegações pelo país todo”.
Com um crescente número de sócios – que já são cerca de 250 mil – a proximidade está cada vez mais garantida, pois “todos os serviços do ACP são prestados em qualquer sítio do país, seja numa terra pequenina, num centro urbano ou onde quer que seja”.
Além da proximidade, também as vantagens oferecidas pelo ACP aos seus sócios justificam o aumento da adesão verificado, mesmo em tempo de crise.  “Hoje em dia com as vantagens que tem, quer a nível de assistência em viagem, quer a nível de saúde, de seguros, de assistência domiciliária, enfim, a quota (de oito euros) acaba por ficar gratuita”, destaca Carlos Barbosa.
Quanto a projectos na forja, o presidente do ACP lembra a apresentação, recentemente, através do Observatório ACP, do estudo do condutor português, “que tem revelações extraordinárias”.
De momento “estamos a fazer o estudo, juntamente com os parceiros todos do Observatório, que vai durar cerca de seis meses, sobre a Mobilidade em Lisboa e a seguir a Mobilidade no Porto, e estamos, juntamente com o Ministério da Administração Interna, a fazer tudo o que tem a ver com esta nova regulamentação dos motociclos”, acrescentou aquele responsável.
Carlos Barbosa defende que “a legislação seja mais facilitadora e que não caia na impunidade porque hoje em dia a pessoa é apanhada e, na maior parte das vezes, acontece a prescrição e isso não pode ser, o prevaricador tem que ser efectivamente condenado”.
Fazendo uma leitura da sinistralidade, aquele responsável considera que “continua com números muito elevados, mas o que me preocupa mais, nem é só o facto de haver mais mortos, mas é o número de acidentes, que aumentou brutalmente, bem como o número de feridos graves e ligeiros”.
Para Carlos Barbosa, este saldo “tem a ver, sobretudo, com o ensino em Portugal que é muito mau, os exames são muito permissivos e, portanto, as pessoas vão para as escolas de condução não é para aprender a guiar, mas sim para tirar a carta e isso é mau”.
“Nós temos um programa de Educação no ACP, já atingimos cerca de 100 mil alunos e cerca de oito mil professores”, contrapôs, ainda, a propósito de um programa que “tem tido um grande sucesso –fomos premiados pela Comissão Europeia com o Prémio Excelência de Segurança Rodoviária no ano passado”.
 
JAF/JCS