Toyota Auris: A evolução da espécie

Toyota Auris: A evolução da espécie

Toyota Auris: único no segmento C com motorizações diesel, a gasolina e híbrida
O novo ano chega repleto de propostas no sector automóvel, com a Toyota a apostar forte num dos mais importantes segmentos do mercado europeu. Daí a renovação do Auris, único entre os familiares compactos a oferecer três gamas de motorizações: a gasolina, gasóleo e híbrida.
Com nova estética, menos arredondada e já próxima do estilo Prius, o novo Auris é 30 milímetros mais comprido, mas tem menos 55 milímetros de altura e uma altura ao solo reduzida em 10 milímetros, o que lhe dá uma aparência mais desportiva, também com ganhos no comportamento dinâmico. Lá dentro, o aproveitamento de espaço é total, muito à custa do corte quase em ângulo recto do tablier (uma das novidades mais polémicas) e da ausência de túnel central, com ganhos evidentes na habitabilidade. A bagageira também ganhou dimensão (mais 3 cm), dispondo agora de 360 litros de capacidade.
Apesar de alguns plásticos não revestidos nas versões de entrada, a qualidade de materiais está em sentido positivo, sendo de notar maiores cuidados na versão híbrida, a que mais gostámos de conduzir durante a apresentação europeia do modelo, recentemente realizada em Cascais.
O nível de equipamento do novo Auris apresenta-se bastante completo desde a versão base (Active), disponível desde 18 160 euros com a motorização 1.33 VVT-i (99 cv). De resto, em Portugal, o Auris apresenta-se também com motor 1.4 D-4D (90 cv), a partir de 21 770 euros, ambos nos níveis Active, Comfort e Exclusive, havendo outras opções (1.6 a gasolina e 2.0 Diesel) mas apenas mediante encomenda.
A versão 1.4 D-4D no nível Comfort (24 000 euros) beneficia de uma oferta de lançamento, com o ‘pack’ Sport, que inclui jantes de 17’’, vidros escurecidos atrás e acabamentos desportivos.
Quanto à versão híbrida, pareceu-nos das mais interessantes, pois com um preço de 24 445 euros consegue rivalizar com as melhores propostas diesel do segmento, apresentando consumos médios na casa dos 3,8 l/100 km. Aqui, convém dizer que estamos perante uma potência combinada de 136 cv, resultante da acção de um bloco a gasolina de 1,8 litros associado a um motor eléctrico de 60 Kw (82 cv), com um desempenho mais intuitivo e natural.