Prémio Vasco Graça Moura
para Vítor Aguiar e Silva

Prémio de Cidadania Cultural instituído pela Estoril-Sol

O Prémio Vasco Graça Moura-Cidadania Cultural foi atribuído ao escritor, professor e investigador Vítor Aguiar e Silva, autor de ‘Camões: Labirintos e Fascínios’ e ‘Teoria da Literatura’, anunciou a Estoril-Sol, entidade que patrocina o galardão.
 
O júri, que foi presidido por Guilherme d’Oliveira Martins, escolheu por maioria Aguiar e Silva, antigo vice-reitor da Universidade do Minho, referindo que é um “exemplo de cidadania cultural, que liga a dimensão didáctico-científica à pedagógica”, segundo a mesma fonte. Em acta, o júri destacou o “percurso incomum” de Aguiar e Silva, “nos domínios da Teoria Literária, instrumento fundamental na formação de gerações, da Literatura Portuguesa e na fixação e estudo de parte relevante da obra camoniana, num brilhante exercício de intervenção pública, quer pelo seu magistério universitário, quer pelas altas missões no campo da política da Língua e da Educação”.
O Prémio Vasco Graça Moura-Cidadania Cultural, no valor de 40.000 euros, foi instituído pela Estoril-Sol, em parceria com a Editora Babel, tendo sido atribuído pela primeira vez em 2016 ao ensaísta Eduardo Lourenço. No ano passado, o distinguido foi o jornalista e escritor José Carlos Vasconcelos, que recebeu o prémio das mãos de Marcelo Rebelo de Sousa.
Vítor Manuel Aguiar e Silva, de 78 anos, tem-se dedicado à investigação da Literatura Portuguesa dos períodos maneirista (século XVI), barroco (século XVIII) e modernista (primeira metade do século XX), e ao estudo da Teoria da Literatura, “área em que o seu trabalho como professor e investigador tem sido nacional e internacionalmente reconhecido”, realça a Estoril-Sol...

O papel da PSP na prevenção e combate à violência no desporto

 
 
A violência associada ao desporto tem tido cada vez maior atenção das organizações internacionais, dos governos, da comunicação social e da opinião pública. Assume uma dimensão e contornos preocupantes em muitos Estados, facto que tem levado a uma crescente cooperação internacional e interinstitucional, dado que esta fenomenologia criminal necessita de uma abordagem transdisciplinar das áreas da justiça, da segurança interna, do desporto, da educação, da segurança social, da saúde, bem como sinergias entre os sectores público e privado e entre os diferentes atores relevantes no ‘mundo do futebol’.
O maior evento desportivo realizado em Portugal (Euro 2004) foi decisivo na evolução recente da segurança em grandes eventos. Motivou alterações legislativas profundas no nosso país, uma mudança da filosofia até então existente da gestão da segurança de espetáculos desportivos, tornando-se o Estado mais regulador e fiscalizador e menos executante, transferindo para os privados(1) a responsabilidade executiva de organização das competições, incluindo a segurança.
Mais de treze anos após o torneio, as lições e influências resultantes da organização portuguesa do Euro 2004 encontram-se bem documentadas, fazendo deste evento uma referência para a qual o vetor da segurança (nas vertentes safety e security), o bom acolhimento e hospitalidade (service) nacional tiveram um contributo decisivo. Salomé Marivoet referiu que “o policiamento da PSP no Euro pautou-se por uma ação civilista, procurando identificar os protagonistas dos atos, apostando também na informação pública através dos órgãos de comunicação como forma de diálogo e de transparência da sua ação (…)” (Marivoet, 2006: 115).
O modelo da PSP de gestão da segurança em grandes eventos passou a obedecer a princípios de flexibilidade permanente, de forte visibilidade, de baixa ostensividade (sendo apenas elevado o grau de musculação e de ostensividade de meios e de recursos mediante uma avaliação rigorosa da ameaça e do risco). Passou ainda a apoiar-se em princípios de grande mobilidade, de elevados níveis de tolerância, de intervenção informada e seletiva, de graduação e adequação da intervenção policial à situação identificada e através da gestão da capacidade de reação a incidentes. Consiste ainda num modelo integrado entre as vertentes safety (diretores de segurança, proteção civil, emergência médica e segurança privada) e security (polícia), verificando-se hoje nos principais complexos desportivos em Portugal uma cooperação cada vez mais eficaz entre estas vertentes.

LUÍS ELIAS 
(Superintendente da PSP) 
Doutorado em Ciência Política e Licenciado em Ciências Policiais e Segurança Interna/Assessor de Segurança do Primeiro Ministro
 
e combate à violência no desportoO papel da PSP na prevenção
e combate à violência no desporto

Governo quer reduzir acidentes nas estradas

O Governo quer, já no início de 2018, definir objectivos para reduzir a sinistralidade rodoviária, que aumentou no último ano, e reflectir sobre qual a intervenção necessária nos atropelamentos, álcool e acidentes com motociclos, os três principais factores de risco.

 

O anúncio foi feito pelo ministro da Administração Interna, em recente cerimónia realizada no concelho da Amadora. “No último ano tivemos um quarto das vítimas mortais que tivemos há 20 anos, mas não podemos descansar. Queremos que essa evolução positiva se consolide e em 2018, com as instituições públicas, autarquias, forças e serviços de segurança e agentes do sector, vamos fazer um balanço de como ir mais além nas áreas de risco já identificadas: atropelamentos nas vias urbanas, sinistros com veículos de duas rodas e consumo de álcool”, disse Eduardo Cabrita.
Para o ministro, Portugal tem números “absolutamente inaceitáveis de atropelamentos nas áreas urbanas”, sendo necessário “identificar as causas e circunstâncias e agir sobre elas”. 
“Portugal é um dos países mais seguros do mundo. Queremos que nesta matéria também o seja”, afirmou.
Segundo Eduardo Cabrita, o Governo quer “lançar uma nova fase mais ambiciosa de concretização do plano nacional de segurança rodoviária”.
O presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), Jorge Jacob, destacou o aumento dos acidentes com motos e o número de mortos no local do sinistro. “Sabemos que os acidentes com motos e as vítimas decorrentes aumentaram muito, mais do que duplicaram, mas temos de ter mais elementos para podermos refinar a análise”, disse Jacob, acrescentando que a venda de motociclos aumentou, o número de motos a circular também e que isso pode ser uma das justificações.
‘Nestas festas, esteja presente’ foi o tema da campanha de Natal e Ano Novo realizada no final de 2017 destinada a dois comportamentos de risco: fadiga e consumo de álcool. Segundo a ANSR, três em cada dez mortos tinham uma taxa de álcool no sangue ilegal e um em cada cinco mortos apresentou, na autópsia, uma taxa crime de consumo de álcool.
A ANSR, que reúne dados da PSP e da GNR, adianta que, entre 1 de Janeiro e 15 de Dezembro, registaram-se 124.388 acidentes rodoviários (mais 2.863 do que em igual período de 2016, quando ocorreram 121.525) que provocam 483 mortos, mais 61 que em igual período. Os feridos graves também aumentaram em 2017, registando-se, entre Janeiro e Dezembro, 2.095, contra os 2.017 no ano anterior. 
Entretanto, a GNR registou nos quatro dias da Operação ‘Ano Novo’ mais acidentes, mas menos vítimas mortais e menos feridos graves do que na operação de 2016/2017. De acordo com os últimos dados disponibilizados pela GNR, foram registados na Operação ‘Ano Novo’ deste ano, que durou mais um dia do que a do ano passado, 858 acidentes, três vítimas mortais e 10 feridos graves. Registou-se ainda um total de 339 feridos ligeiros.
O anúncio foi feito pelo ministro da Administração Interna, em recente cerimónia realizada no concelho da Amadora. “No último ano tivemos um quarto das vítimas mortais que tivemos há 20 anos, mas não podemos descansar. Queremos que essa evolução positiva se consolide e em 2018, com as instituições públicas, autarquias, forças e serviços de segurança e agentes do sector, vamos fazer um balanço de como ir mais além nas áreas de risco já identificadas: atropelamentos nas vias urbanas, sinistros com veículos de duas rodas e consumo de álcool”, disse Eduardo Cabrita.
Para o ministro, Portugal tem números “absolutamente inaceitáveis de atropelamentos nas áreas urbanas”, sendo necessário “identificar as causas e circunstâncias e agir sobre elas”. 
“Portugal é um dos países mais seguros do mundo. Queremos que nesta matéria também o seja”, afirmou.
Segundo Eduardo Cabrita, o Governo quer “lançar uma nova fase mais ambiciosa de concretização do plano nacional de segurança rodoviária”.
O presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), Jorge Jacob, destacou o aumento dos acidentes com motos e o número de mortos no local do sinistro. “Sabemos que os acidentes com motos e as vítimas decorrentes aumentaram muito, mais do que duplicaram, mas temos de ter mais elementos para podermos refinar a análise”, disse Jacob, acrescentando que a venda de motociclos aumentou, o número de motos a circular também e que isso pode ser uma das justificações.
‘Nestas festas, esteja presente’ foi o tema da campanha de Natal e Ano Novo realizada no final de 2017 destinada a dois comportamentos de risco: fadiga e consumo de álcool. Segundo a ANSR, três em cada dez mortos tinham uma taxa de álcool no sangue ilegal e um em cada cinco mortos apresentou, na autópsia, uma taxa crime de consumo de álcool.
A ANSR, que reúne dados da PSP e da GNR, adianta que, entre 1 de Janeiro e 15 de Dezembro, registaram-se 124.388 acidentes rodoviários (mais 2.863 do que em igual período de 2016, quando ocorreram 121.525) que provocam 483 mortos, mais 61 que em igual período. Os feridos graves também aumentaram em 2017, registando-se, entre Janeiro e Dezembro, 2.095, contra os 2.017 no ano anterior. 
Entretanto, a GNR registou nos quatro dias da Operação ‘Ano Novo’ mais acidentes, mas menos vítimas mortais e menos feridos graves do que na operação de 2016/2017. De acordo com os últimos dados disponibilizados pela GNR, foram registados na Operação ‘Ano Novo’ deste ano, que durou mais um dia do que a do ano passado, 858 acidentes, três vítimas mortais e 10 feridos graves. Registou-se ainda um total de 339 feridos ligeiros.
 

Concurso atrasado na Linha do Oeste

Obras abrangem electrificação entre Meleças e Caldas da Rainha e duplicação em dois troços

O lançamento do concurso para as obras de modernização da linha ferroviária do Oeste (Sintra/Figueira da Foz) orçadas em 106 milhões de euros, voltou a atrasar por causa da avaliação ambiental ao projecto, admitiu o Governo.
 
“O calendário do projecto de modernização da Linha do Oeste está a ser ajustado perante a necessidade de realização de uma avaliação ambiental, actualmente em curso” explicou à agência Lusa o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas, adiantando que o concurso “deverá ser lançado em 2018”.
A tutela confirmou ainda que a Linha do Oeste está englobada no rol de linhas ferroviárias, para as quais vai ser lançado em 2018 um concurso destinado à compra de novo material circulante bimodal (diesel e eléctrico).
O concurso público para o projecto de modernização esteve primeiro para ser lançado até Janeiro de 2017 e depois, como só em Outubro de 2016 foi adjudicada a elaboração do projecto, até Dezembro do ano que findou, o que já não aconteceu por estar a ser feita a avaliação de impacto ambiental.
As obras vão contemplar a electrificação entre o troço de Meleças (Sintra) e Caldas da Rainha, a implementação de sistemas de sinalização electrónica e telecomunicações ferroviárias e a duplicação da linha em dois troços, um entre Meleças e Pedra Furada e na zona da Malveira (Mafra).
De acordo com o Plano de Investimentos para a Ferrovia até 2020, o investimento de 106 milhões de euros é comparticipado em 74 milhões de euros por fundos comunitários.
Em Setembro deste ano, a Assembleia da República recomendou ao Governo urgência no lançamento do concurso para a requalificação da linha ferroviária do Oeste, ao aprovar projectos de resolução apresentados por BE, PCP, PS e CDS-PP.
Na resolução, o Parlamento recomendou o lançamento do concurso até 2018 para a primeira fase das obras, previstas no investimento de 106 milhões de euros, e a revisão do Plano de Investimentos Ferroviários 2016--2020 para incluir a modernização integral da linha.
A revisão do documento vai permitir avançar com a segunda fase da requalificação, de Caldas da Rainha até ao Louriçal (Pombal), permitindo a requalificação integral da Linha do Oeste e a sua ligação à Linha do Norte. Já em Maio, a Comunidade Intermunicipal do Oeste alertou a urgência das obras face às “supressões frequentes de comboios” e para problemas agravados este ano com a deslocalização das composições ‘592’, que serviam os comboios interregionais entre Caldas da Rainha e Coimbra, para a Linha do Douro.
Também ao longo de um mês, até 7 de Janeiro, terá lugar a Diverlandia, uma verdadeira Feira Popular Indoor, com atracções como o Carrossel Francês, o Kanguru Infantil, Trampolins com elásticos, Montanha Russa Lagarta, Carrossel Paraíso Gigante, Carrossel de dois andares e Pavilhão New York. Mas, há diversão para diversas idades, como subir até aos 18 metros no High Energy, para quem não tem medo de alturas, ou o Mattherhorn, destinado aos amantes da velocidade, que oferece uma experiência única a 200 km à hora. Mega pista de carros de choque, simulador virtual, Kanguru Louco XXl, Mega Dance ou Maxi Dance são outros motivos para uma deslocação até à FIL.O programa natalício na FIL, no Parque das Nações, é composto por diversos eventos: os mercados de Natal, Outlet e de Chocolate e Doces Conventuais, para além da Fil Diverlandia, Exposição de Lego e Circo Jorge Cardinalli.
Os eventos em torno da quadra, dedicada por excelência à família, arranca com a NATALIS, que decorre entre 6 e 10 de Dezembro, um certame que permite escolher o presente certo para cada um dos familiares e amigos. Para além do Mercado de Natal, com uma vasta selecção de presentes originais, os visitantes vão contar, ainda, com o Mercado Outlet, em que grandes marcas vão proporcionar descontos numa extensa variedade de produtos que variam da moda aos acessórios, casa, desporto, livros e brinquedos.
Numa época propícia a alguns abusos em termos gastronómicos, destaque para o Mercado do Chocolate, com a presença dos melhores mestres chocolateiros e a oportunidade de degustar o chocolate oriundo de vários recantos do mundo. Em particular para as famílias, a Choco Family vai oferecer, em permanência, a possibilidade da confecção de pizzas de chocolate, numa interacção constante com o público, que terá acesso a vários ‘showcookings’. Destaque especial para um espaço dedicado aos doces conventuais, cujas receitas em Portugal têm uma larga tradição e passam de geração em geração.
A pensar nos miúdos, o Natal da FIL será um paraíso de diversão e aprendizagem, com a maior exposição horizontal de construção em LEGO, que vai ocupar uma mesa com uma área de 100 m2 e inclui uma cidade, naves da saga Star Wars, um povoado medieval, uma cidade espacial e vários outros temas. Pela primeira vez em Lisboa, esta exposição é candidata a recorde mundial do Guiness. 
No Espaço Lego Kid, os petizes podem explorar e experimentar, construir e desconstruir num verdadeiro processo criativo.
Também o Circo Jorge Cardinalli apresenta King Kong, o Exterminator, os Transformers e o Homem Aranha, recriando em tamanho natural as maiores atracções de Hollywood. Com o conceito ‘Cinema para o Circo’, será exibido um espectáculo inédito produzido com a mais recente tecnologia ao nível da iluminação, som e efeitos especiais. Aos ícones do cinema, juntam-se palhaços, trapezistas, malabaristas e equilibristas.
Também ao longo de um mês, até 7 de Janeiro, terá lugar a Diverlandia, uma verdadeira Feira Popular Indoor, com atracções como o Carrossel Francês, o Kanguru Infantil, Trampolins com elásticos, Montanha Russa Lagarta, Carrossel Paraíso Gigante, Carrossel de dois andares e Pavilhão New York. Mas, há diversão para diversas idades, como subir até aos 18 metros no High Energy, para quem não tem medo de alturas, ou o Mattherhorn, destinado aos amantes da velocidade, que oferece uma experiência única a 200 km à hora. Mega pista de carros de choque, simulador virtual, Kanguru Louco XXl, Mega Dance ou Maxi Dance são outros motivos para uma deslocação até à FIL.
Os horários de alguns centros de saúde na região de Lisboa vão ser alargados devido à gripe. O alargamento dos horários dos centros de saúde e o adiamento de consultas programadas são medidas previstas para responder à maior procura dos serviços de saúde em Lisboa e Vale do Tejo devido à gripe. 
As medidas foram avançadas à agência Lusa pelo presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS-LVT), Luís Pisco, que espera um aumento da actividade gripal na segunda semana de Janeiro.
Com as épocas passadas, a resposta deverá ser mais fácil, uma vez que já não estarão tantos profissionais de férias, reconheceu Luís Pisco. “Se [a gripe] vier, como estamos à espera, na segunda semana de Janeiro, as equipas já estarão completas, já não há pessoas de férias, será mais fácil reforçar as equipas”, disse. 
Para o presidente da ARS-LVT, assim que começarem os primeiros casos, “obviamente que será acionado todo o dispositivo que tem a ver especificamente com a gripe”. Nesse período, especificou, serão alargados os horários de alguns centros de saúde, entre as 20h00 e as 22h00, referindo que “haverá um número significativo que estará mais tempo aberto”.
Outra medida prevista para o período da gripe será o adiamento das consultas programadas. “Não faz sentido termos uma sala de espera cheia de doentes com gripe e estarmos a chamar diabéticos ou grávidas ou pessoas para fazer consultas nesse período de tempo”, sublinhou este responsável. O presidente da ARS-LVT está confiante de que a campanha para a vacinação contra a gripe dará frutos, até porque “nunca se vacinou tanta gente como este ano e isso deve ser um factor a nosso favor, no sentido de haver menos complicações”. Luís Pisco aconselha os utentes a consultarem a linha SNS 24 (808242424).

 

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